Desde criança eu fui alguém que gostava de inventar. Para mim era natural imaginar cenas com famílias, amigos, pessoas na rua ou eu mesma em situações diversas. As imaginações simplesmente vinham na minha cabeça – ainda vêm – e eu me perdia nelas. Basta uma música empolgante, um contexto curioso, um diálogo engraçado, e lá estou eu criando uma cena…