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7 trechos de “Cartas a Malcom” – C. S. Lewis

Em Cartas a Malcom, C.S. Lewis expõe cartas que trocou com seu amigo imaginário, Malcom, um homem parecido com ele no estilo de vida, mas com ideias divergentes sobre alguns assuntos, o que levou a produção desses textos que são verdadeiras preciosidades em matéria de religião. Veja 7 trechos de Cartas a Malcom:

São necessárias pessoas de todos os tipos para se fazer um mundo — ou uma igreja. Talvez isso seja ainda mais verdadeiro com respeito a uma igreja. Se a graça aperfeiçoa a natureza, ela deve expandir todas as nossas naturezas para a plena riqueza da diversidade que Deus planejou quando Ele as criou, e o céu mostrará muito mais variedade do que o inferno.

Carta II

Não adianta pedir a Deus, com seriedade factícia, por A quando nossa mente está, na verdade, totalmente preenchida com o desejo por B. Devemos colocar diante Dele o que está em nós, não o que deveria estar em nós.

Carta IV

Pode bem ser que o desejo seja colocado diante de Deus apenas para ser um pecado do qual devamos nos arrepender; mas uma das melhores maneiras de aprender isso é colocar o pedido diante de Deus.

Carta IV

Venha o Teu reino. Isto é, que seu reinado seja realizado aqui, como é realizado lá. Mas eu costumo considerar o lá em três níveis. Primeiro, como em um mundo sem pecado, além dos horrores da vida animal e humana; no comportamento de estrelas e árvores e água, no nascer do Sol e no vento. Que haja aqui (no meu coração) o começo de uma beleza semelhante. Em segundo lugar, como nas melhores vidas humanas que conheci: em todas as pessoas que realmente carregam os fardos e parecem verdadeiras, as pessoas que chamamos de bom coração e, na vida tranquila, ocupada e ordenada de famílias realmente boas e de lares religiosos realmente bons. Que isso também seja “aqui”. Por fim, é claro, no sentido usual: como no céu, como entre os bem-aventurados mortos.

Carta V

Se Deus tivesse atendido a todas as orações bobas que fiz em minha vida, onde eu estaria agora?

Carta V

Volto a São João: temos de tranquilizar “nosso coração diante dele quando nosso coração nos condenar. Porque Deus é maior do que o nosso coração”. E, de igual modo, se nosso coração nos adula, Deus é maior que nosso coração.

Carta VI

No mundo perfeito e eterno, a Lei desaparecerá. Mas os resultados de ter vivido fielmente sob ela não serão.

Carta XXI

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