A Inteligência Artificial está entre nós há um tempo considerável, mas apenas nos últimos tempos ela tem se sentado conosco para fazer as refeições. Como o personagem David em A. I. Inteligência Artificial (2001), um garoto-robô adquirido para substituir o vazio no coração de uma mãe. O que antes era uma ferramenta operacional, usada para fazer cálculos, montar tabelas, fazer pesquisas, agora é um interlocutor com quem o usuário se senta para conversar, tirar uma dúvida objetiva (qual desses sapatos combina mais com esse vestido?) ou complexa (como eu sei se ainda amo meu marido?), trocar receitas, pedir conselhos, e até se apaixonar. Leia também O mundo real não é…


