Sinopse Turquia, século XIX. O corpo de uma mulher é encontrado na margem de um rio, sem roupas e portando um colar cujo pingente carrega o selo do sultão, um selo oficial e altamente protegido. A mulher é Mary Dixon, governanta do harém, e cabe ao paxá Kamil Pasha desvendar esse caso e descobrir se ele está ligado ao assassinato de outra governanta, oito anos antes. Resenha Paxá é um título para funcionários de alta patentes, e essa foi uma das muitas palavras e expressões turcas que eu aprendi com essa leitura. Essa é a beleza dos livros, sabe? Você começa sem saber apontar um lugar no mapa e termina…
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7 dicas de marketing para escritores
O autor independente é aquele que cuida não só da escrita como da venda dos seus livros, e não existe venda sem um bom marketing, certo? Por isso aqui vão 7 dicas de marketing para escritores, para alavancar o reconhecimento do seu trabalho e do seu nome como escritor. 1. Ofereça livros gratuitos Não há consumidor no mundo que resista a um bom produto grátis. Disponibilize algum trabalho seu em troca de um e-mail ou de um compartilhamento e chame a atenção do leitor com aquilo que você está oferecendo. Esse recurso é útil para aumentar sua audiência, mas o mais importante, na minha opinião, é que o público está…
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[Resenha] No Escuro – Elizabeth Haynes
Sinopse Catherine é uma jovem divertida e cheia de vida. Entre uma balada e outra conhece Lee, um homem de beleza escultural, sedutor e envolvente. Os dois engatam um namoro intenso, mas, à medida que o relacionamento avança, Cathy percebe que além disso tudo ele é agressivo, paranoico e assustadoramente controlador. Resenha Atenção: não indico esse livro para quem tem histórico de relacionamento abusivo, violência doméstica ou TOC. Essa história é contada em dois tempos intercalados. No presente, Catherine, Cathy, nos mostra como é conviver com um nível avançado de TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo). Ela passa horas checando fechaduras e medindo a abertura milimétrica das cortinas, além de tomar chá…
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Entrevista | Julia Rietjens
Julia Rietjens tem 24 anos, mora em Holambra-SP, e escreve desde os doze anos de idade. Publicitária de formação, ela divide seu tempo entre sua agência de marketing e a escrita, predominante no gênero suspense. Com vários livros publicados, entre físicos, ebooks e histórias no Wattpad, Julia tem experiência com a publicação independente e compartilha o que sabe no seu Instagram, onde dá dicas de marketing para outros escritores. Conversamos sobre influências literárias e seu livro mais popular, O Segredo das Aroeiras. Conheça mais sobre a autora: Sabryna Rosa: Julia, você escreve desde os doze anos, certo? O que te levou a começar tão cedo? Você sempre escreveu ficção ou…
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Não empresto meus livros
Eu encontro muitos perfis literários através do recurso explorar do Instagram. Gosto de ficar passeando por lá e ver as fotos bonitas e estantes enfeitadas. Dias desses, esbarrei na foto de uma grande estante preta com os livros organizados por cor. Parecia um arco-íris em degradê tomando de conta de uma parede, a coisa mais linda de se ver. Na legenda, a dona dizia que tinha mais de 1.800 títulos que foram colecionados ao longo de anos, alguns até mesmo em edições raras e que custaram uma fortuna. No final do texto, ela foi categórica: “não empresto nenhum!” Esse é um comportamento comum entre leitores e tenho a impressão de…
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5 livros para gostar de ler
Eu sou adepta da teoria que diz que quem não gosta de ler é porque ainda não encontrou o livro certo. Acredito de verdade que existe um livro para cada tipo de leitor. Um não, vários! O que está faltando é esse encontro de almas acontecer e despertar o amante da leitura que existe em cada um de nós. Hoje eu trouxe 5 livros para gostar de ler, a maioria tirei da minha própria estante virtual lá do Skoob (vamos ser amigos lá?), e são títulos que eu vejo como uma boa história para despertar o interesse de quem está começando a criar o hábito da leitura. São livros de…
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[Resenha] Os Desaparecidos – M. R. Hall
Sinopse Jenny Cooper trabalha como juíza investigadora no interior da Inglaterra. A visita da Sra. Jamal, mãe de um jovem muçulmano desaparecido há sete anos, motiva Jenny a reabrir o caso que aparentemente foi arquivado de maneira arbitrária. Durante a investigação ela ainda precisa manter seu tratamento contra a ansiedade e lidar com Ross, o filho adolescente que está absorvendo a separação recente dos pais. Resenha Jenny começa essa história se compadecendo de uma mãe aflita em busca de respostas e chega ao final desvendando um mistério que envolve de corpos roubados de necrotério a elementos radioativos espalhados por aí. E tudo muito bem amarradinho, a melhor parte. Nazim e…
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[Resenha] Inocência – Visconde de Taunay
Sinopse Século XIX. Inocência e seu pai, o mineiro Pereira, vivem de modo simples no interior do Mato Grosso. Durante uma caminhada, Pereira conhece Cirino, um farmacêutico que vive de vila em vila atendendo pacientes e receitando remédios. O encontro torna-se uma feliz coincidência por acontecer justo quando sua filha está doente e sem perspectiva de melhoras. Pereira convida Cirino para se hospedar em sua casa e tratar Inocência. Resenha Obras dessa época não têm uma linguagem fácil, ainda mais quando carregam o vocabulário típico do interior. Porém, superada essa barreira, é uma fonte rica para conhecer os costumes e a cultura do Brasil nas terras distantes dos grandes centros.…
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3 dicas para escrever todos os dias
Caro, escritor, antes de mais nada gostaria de pontuar que escrever todos os dias é importante, mas, na minha opinião, não é o que vai definir o seu sucesso ou o seu fracasso na escrita, pelo menos não de maneira definitiva. Por que? Porque escrever diariamente pode não funcionar na sua realidade e isso não significa que você deve desistir de terminar seu livro. Escrever sempre que puder, isso sim, pode fazer a diferença. Se puder todos os dias, ótimo, se puder apenas aos fins de semana, válido também. Mas seja honesto com você mesmo, se encontra um horário para escrever e não escreve, você tem uma barreira. Esse texto…
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Como fui de leitora a escritora
Comecei a ler com três anos de idade. Éramos apenas eu, minha mãe e meu pai. Minha mãe, que sempre foi professora, ficava a maior parte do dia comigo e tratou logo de me ensinar as primeiras palavras. Comprou revistas em quadrinhos e em pouco tempo eu já conhecia toda a Turma da Mônica. Nessa época erámos nordestinos morando em São Paulo por causa da oferta de emprego que era maior. Quando voltamos ao Maranhão eu, com cinco anos, fui para a escola pela primeira vez, já um pouco adiantada dos coleguinhas porque sabia ler e escrever. Esse intervalo entre o jardim de infância e o ensino fundamental não é…
























